Montagem editorial do dossiê KD O PIX?
⚠ Sátira política sem anestesiaFatos atribuídos • fontes abertas

O PIX CAIU.A EXPLICAÇÃO, KD?

A denúncia é do MP-BA. A ação penal é pública. A ironia é nossa. Este dossiê separa documento, alegação oficial e crítica editorial — sem suavizar as perguntas.

A SÁTIRA É NOSSA. A DENÚNCIA É DO MP-BA.  ///  12 RÉUS NA MESMA AÇÃO PENAL  ///  MAIS DE R$ 600 MIL EM BLOQUEIO CAUTELAR  ///  R$ 407 MIL APONTADOS PELO MP-BA  ///  OS DOCUMENTOS SÃO PÚBLICOS. AS PERGUNTAS CONTINUAM.  ///  
Valor apontadoR$ 0aproximadamente 75% do total arrecadado, segundo o MP-BA
Pessoas denunciadas0réus após o recebimento da denúncia pela Justiça
Bloqueio cautelarR$ 0mais de R$ 600 mil em bens e ativos, conforme fontes públicas
Último estágio descritoPós-instruçãodiligências e alegações finais antes de eventual sentença
01 / REGRA DO JOGO

Sem pedido de desculpas.
Com documento.

A sátira é nossa. A denúncia é do MP-BA. O processo é público. A agressividade está na pergunta, no contraste e na crítica à atuação pública — não na fabricação de fatos.

Quando o texto relata uma acusação, informa quem acusou. Quando apresenta opinião, marca como crítica editorial. Quando usa montagem, identifica como sátira. O leitor não precisa confiar no site: pode abrir a fonte.

02 / LEGENDA EDITORIAL

A pergunta pode cortar.
A categoria não pode confundir.

FATO DOCUMENTADO

O registro existe.

Data, ato, vídeo, decisão, documento ou acontecimento verificável em fonte pública.

ALEGAÇÃO OFICIAL

A acusação tem autor.

Informação atribuída expressamente ao MP, à Polícia, a testemunhas ou a outra fonte identificada.

CRÍTICA EDITORIAL

A leitura é nossa.

Ironia, interpretação e juízo político apresentados como opinião — não como fato novo.

MONTAGEM SATÍRICA

A imagem não se disfarça.

Colagens e intervenções visuais identificadas para que não sejam confundidas com registro documental.

REGISTRO AUDIOVISUALCRÍTICA EDITORIAL
04 / AUTORIDADE EM CENA

A moeda era institucional.
A imagem também virou mensagem.

Em julho de 2025, o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia, André Augusto de Mendonça Viana, esteve no estúdio do programa e entregou uma moeda institucional ao apresentador Marcelo Valter Amorim Matos Lyrio Castro.

A Polícia Civil apresentou o gesto como cortesia a um veículo de imprensa. O vídeo comprova a entrega; não comprova favorecimento, acordo ou interferência. A pergunta editorial é outra: que mensagem pública uma autoridade policial produz ao entregar, em estúdio, uma moeda institucional a um apresentador que responde em uma ação penal?

Uma cortesia, segundo a instituição.
Um símbolo impossível de ignorar, segundo este dossiê.

CONTEXTO PÚBLICO: G1 Bahia ↗

REGISTRO AUDIOVISUAL • ANDRÉ AUGUSTO DE MENDONÇA VIANA ENTREGA MOEDA INSTITUCIONAL A MARCELO VALTER AMORIM MATOS LYRIO CASTRO • CRÉDITO INDICADO NO MATERIAL ORIGINAL: MARCELO CASTRO / INSTAGRAM
05 / LOCAIS PÚBLICOS

O caso também tem endereço.

Veja no Google Maps os locais institucionais públicos associados à cobertura, à acusação e à tramitação judicial. A marcação de um endereço não significa que um crime ocorreu naquele ponto.

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NOTA EDITORIAL

Não inventamos o enredo.
Só recusamos o silêncio.

O humor é agressivo. A atribuição factual é precisa. Situações processuais podem mudar; por isso, cada afirmação relevante deve poder ser conferida.

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